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	<title>Gustavo Dutra &#187; Vim</title>
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	<description>Um pouco de tudo, nada de pouco</description>
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		<title>Como consultar a documentação do PHP direto do Vim</title>
		<link>http://gustavodutra.com/post/365/como-consultar-a-documentacao-do-php-direto-do-vim/</link>
		<comments>http://gustavodutra.com/post/365/como-consultar-a-documentacao-do-php-direto-do-vim/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 10 Jan 2010 20:51:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Dutra</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Olá! Descobri recentemente que é possível baixar a documentação do PHP no formato do man do UNIX. Isso é muito bom, já que assim, podemos consultar funções com parâmetros, variáveis e exemplos. Melhor, podemos fazer isso direto do Vim.
Eu já tinha lido sobre uma opção do Vim chamada keywordprg, mas nunca havia encontrado uma serventia. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Olá! Descobri recentemente que é possível baixar a documentação do PHP no formato do man do <strong>UNIX</strong>. Isso é muito bom, já que assim, podemos consultar funções com parâmetros, variáveis e exemplos. Melhor, podemos fazer isso direto do Vim.</p>
<p>Eu já tinha lido sobre uma opção do Vim chamada <a rel="nofollow" href="http://vimdoc.sourceforge.net/htmldoc/options.html#%27keywordprg%27">keywordprg</a>, mas nunca havia encontrado uma serventia. Quando eu li no <a rel="nofollow" href="http://bjori.blogspot.com/2010/01/unix-manual-pages-for-php-functions.html">blog do bjori</a>, realmente me veio à mente como eu poderia utilizá-la.</p>
<p><span id="more-365"></span></p>
<p>Eu instalei a última versão do <strong>pear</strong> aqui, e executei os comandos que ele cita no blog:</p>

<div class="wp_syntax"><div class="code"><pre class="bash" style="font-family:monospace;">pear <span style="color: #c20cb9; font-weight: bold;">install</span> doc.php.net<span style="color: #000000; font-weight: bold;">/</span>pman</pre></div></div>

<p>Eu precisei aumentar a memória do <strong>php.ini</strong> (<em>memory_limit</em>), 32M não foi o suficiente.</p>
<p>O manual será instalado no diretório especificado em &#8220;<em>doc_dir</em>&#8221; da configuração da <strong>pear</strong> e o executável no &#8220;<em>bin_dir</em>&#8220;. Para verificar as configurações atuais:</p>

<div class="wp_syntax"><div class="code"><pre class="bash" style="font-family:monospace;">pear config-show <span style="color: #666666; font-style: italic;"># Mostra todas as configurações atuais</span>
pear config-get bin_dir <span style="color: #666666; font-style: italic;"># Mostra configuração atual da opção bin_dir</span>
pear config-get doc_dir <span style="color: #666666; font-style: italic;"># Mostra configuração atual da opção doc_dir</span>
<span style="color: #666666; font-style: italic;"># Para modificar:</span>
pear config-set bin_dir <span style="color: #000000; font-weight: bold;">/</span>outro<span style="color: #000000; font-weight: bold;">/</span>bin
pear config-set doc_dir <span style="color: #000000; font-weight: bold;">/</span>outro<span style="color: #000000; font-weight: bold;">/</span>docs</pre></div></div>

<p>Depois de instalado, você pode utilizar ele tanto no Vim quanto fora do Vim:</p>

<div class="wp_syntax"><div class="code"><pre class="bash" style="font-family:monospace;">pman array_merge</pre></div></div>

<p>Bom, se lembra que eu havia falado sobre o <em>keywordprg</em> ? Assim como o <em>makeprg</em> é o programa executado ao se executa :<em>make</em> no Vim e o <em>grepprg</em> o comando executado ao se executar :<em>[grep|vimgrep]</em>, o <em>keywordprg</em> é executado quando se preciona <strong>K</strong> (k maiúsculo) sobre alguma palavra chave &#8211; que no nosso caso será uma função php.</p>
<p>O artigo citado ali em cima, indica para colocarmos no <strong>.vimrc</strong>, mas eu acho mais interessante por no <strong>.ftplugin/php.vim</strong> (se o arquivo não existir, crie). Assim, só será carregado caso o tipo do arquivo for php, possibilitando utilizar outros programas para outras linguagens</p>

<div class="wp_syntax"><div class="code"><pre class="vimrc" style="font-family:monospace;">&quot; Programa executado quando pressionado K
set keywordprg=pman</pre></div></div>

<p>Agora faça o teste: abra um arquivo php, coloque o cursor sobre alguma função e pressione <em>K</em>. Para fechar o manual aberto, basta precionar <em>q</em>. Pode-se utilizar a busca com <em>/termo</em> e também navegar nos resultados com <em>n/N</em>. <em>j/k/UP/DOWN</em> movem o arquivo para cima e para baixo, normalmente, como se fosse um manpage.</p>
<p>Eai, este post ajudou em algo?</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Buscas eficientes no Vim com vimgrep</title>
		<link>http://gustavodutra.com/post/296/buscas-eficientes-no-vim-com-vimgrep/</link>
		<comments>http://gustavodutra.com/post/296/buscas-eficientes-no-vim-com-vimgrep/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 02 Nov 2009 20:23:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Dutra</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas]]></category>
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		<category><![CDATA[aumentar produtivade]]></category>
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		<description><![CDATA[A busca efetiva pode ajudar muito, caso bem usada, tanto no ganho de tempo como na efeciência de substituições ou refactories. Seguem alguns outros exemplos de finalidades para a busca utilizando o Vim:

Certeza de encontrar todas as incidências
Ficam visualmente destacadas (com :set hlsearch)
Testar substituições
Verificar a ortografia atrás de erros de digitação
Encontrar variáveis ou funções não [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A busca efetiva pode ajudar muito, caso bem usada, tanto no ganho de tempo como na efeciência de substituições ou refactories. Seguem alguns outros exemplos de finalidades para a busca utilizando o Vim:</p>
<ul>
<li>Certeza de encontrar todas as incidências</li>
<li>Ficam visualmente destacadas (com :set hlsearch)</li>
<li>Testar substituições</li>
<li>Verificar a ortografia atrás de erros de digitação</li>
<li>Encontrar variáveis ou funções não utilizadas, só declaradas</li>
<li>Encontrar rapidamente algum termo</li>
<li>Verificar a existência de algum termo</li>
</ul>
<p>Além da conhecida / (barra) para buscar, existe o :vimgrep. É dele que quero falar.</p>
<p><span id="more-296"></span></p>
<h2>Vimgrep</h2>
<h3>Comando</h3>

<div class="wp_syntax"><div class="code"><pre class="vim" style="font-family:monospace;"><span style="color: #000000;">:</span>vim<span style="color: #000000;">&#91;</span>grep<span style="color: #000000;">&#93;</span><span style="color: #000000;">&#91;</span><span style="color: #000000;">!</span><span style="color: #000000;">&#93;</span> <span style="color: #000000;">/</span><span style="color: #000000;">&#123;</span>pattern<span style="color: #000000;">&#125;</span><span style="color: #000000;">/</span><span style="color: #000000;">&#91;</span>g<span style="color: #000000;">&#93;</span><span style="color: #000000;">&#91;</span>j<span style="color: #000000;">&#93;</span> <span style="color: #000000;">&#123;</span>files<span style="color: #000000;">&#125;</span></pre></div></div>

<ul>
<li>Busca inscidências de <em>pattern</em> nos <em>files</em> listados.</li>
<li><em>pattern</em> pode ser uma expressão regular ou não</li>
<li>A exclamação (<em>!</em>) ignora as alterações já feita no arquivo atual</li>
<li><em>g</em> procura por todas as inscidências, não só a primeira, em cada arquivo</li>
<li><em>j</em> pula para o primeiro resultado ao executar o comando</li>
<li><em>files</em> podem conter <em>wildcards</em>, como *, ? e **</li>
<li>Os resultados são abertos na <strong>quickfix list</strong></li>
</ul>
<h3>Exemplos</h3>

<div class="wp_syntax"><div class="code"><pre class="vim" style="font-family:monospace;"><span style="color: #000000;">:</span>vimgrep<span style="color: #000000;">!</span> <span style="color: #000000;">/$</span>var<span style="color: #000000;">/</span> arquivo<span style="color: #000000;">.</span>pl</pre></div></div>

<p>Pesquisa pela primeira inscidência de $var no arquivo.pl</p>

<div class="wp_syntax"><div class="code"><pre class="vim" style="font-family:monospace;"><span style="color: #000000;">:</span>vimgrep <span style="color: #000000;">/</span>texto<span style="color: #000000;">/</span> <span style="color: #000000;">*.</span>rb</pre></div></div>

<p>Busca por <em>texto</em> em todos os arquivos com a extensão .rb do diretório atual (para descobrir qual o diretório atual, use :pwd. Para mudar :cd <em>dir</em>)</p>

<div class="wp_syntax"><div class="code"><pre class="vim" style="font-family:monospace;"><span style="color: #000000;">:</span>vimgrep <span style="color: #000000;">/</span>TeXtO<span style="color: #000000;">/</span> <span style="color: #000000;">*.</span>py dir<span style="color: #000000;">/*.</span>py</pre></div></div>

<p>Busca com case-sensitive em todos os arquivos .py do diretório atual e dos dentro do diretório dir/.</p>

<div class="wp_syntax"><div class="code"><pre class="vim" style="font-family:monospace;"><span style="color: #000000;">:</span>vimgrep <span style="color: #000000;">/</span>minhaFuncao<span style="color: #000000;">/</span>g <span style="color: #000000;">**/*.</span>c</pre></div></div>

<p>Busca recursiva dentro da árvore de diretórios do diretório atual cuja extensão seja .c</p>

<div class="wp_syntax"><div class="code"><pre class="vim" style="font-family:monospace;"><span style="color: #000000;">:</span>vimgrep <span style="color: #000000;">/&lt;</span> \<span style="color: #000000;">&#40;</span><span style="color: #000000;">&#91;</span><span style="color: #000000;">^</span> <span style="color: #000000;">&#93;</span>\<span style="color: #000000;">+</span>\<span style="color: #000000;">&#41;</span><span style="color: #000000;">&#91;</span><span style="color: #000000;">^&gt;</span><span style="color: #000000;">&#93;</span><span style="color: #000000;">*&gt;.</span>\<span style="color: #000000;">+&lt;</span> \<span style="color: #000000;">/</span>\<span style="color: #000000; font-weight:bold;">1</span><span style="color: #000000;">&gt;/</span> <span style="color: #25BB4D;">index</span><span style="color: #000000;">.</span>html</pre></div></div>

<p>Busca usando expressões regulares também são permitidas!</p>
<h2>Navegando na QuickFix List</h2>
<ul>
<li>:copen</li>
<li>:cfirst</li>
<li>:cprevious</li>
<li>:cnext</li>
<li>:clast</li>
<li>:cclose</li>
</ul>
<p>Como nosso foco é a eficiência, podemos criar mapeamentos para andar pela quickfix list!</p>

<div class="wp_syntax"><div class="code"><pre class="vim" style="font-family:monospace;"><span style="color: #25BB4D;">map</span> <span style="color: #000000;">&lt;</span>F9<span style="color: #000000;">&gt;</span> <span style="color: #000000;">:</span>copen<span style="color: #000000;">&lt;</span>CR<span style="color: #000000;">&gt;</span>
<span style="color: #25BB4D;">map</span> <span style="color: #000000;">&lt;</span>F10<span style="color: #000000;">&gt;</span> <span style="color: #000000;">:</span>cclose<span style="color: #000000;">&lt;</span>CR<span style="color: #000000;">&gt;</span>
<span style="color: #25BB4D;">map</span> <span style="color: #000000;">&lt;</span>A<span style="color: #000000;">-</span>j<span style="color: #000000;">&gt;</span> <span style="color: #000000;">:</span>cnext<span style="color: #000000;">&lt;</span>CR<span style="color: #000000;">&gt;</span>
<span style="color: #25BB4D;">map</span> <span style="color: #000000;">&lt;</span>A<span style="color: #000000;">-</span>k<span style="color: #000000;">&gt;</span> <span style="color: #000000;">:</span>cprevious<span style="color: #000000;">&lt;</span>CR<span style="color: #000000;">&gt;</span></pre></div></div>

<div id="attachment_305" class="wp-caption aligncenter" style="width: 546px"><a href="http://gustavodutra.com/wp-content/uploads/2009/11/vimgrep1.jpg"><img src="http://gustavodutra.com/wp-content/uploads/2009/11/vimgrep1.jpg" alt="Exemplo de uso do vimgrep" title="Exemplo de uso do vimgrep" width="536" height="875" class="size-full wp-image-305" /></a><p class="wp-caption-text">Exemplo de uso do vimgrep</p></div>
<h2>Conclusão</h2>
<p>Esse recurso não parece ser muito abordado por ai, mas é extremamente importante. Seja criativo e descubra onde melhor usar o :vimgrep! Tenho certeza de que vai lhe ajudar! E quando encontrar, comente ai!</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Usando Screen e Vim para Pair Programming remoto</title>
		<link>http://gustavodutra.com/post/276/usando-screen-e-vim-para-pair-programming-remoto/</link>
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		<pubDate>Sat, 10 Oct 2009 22:09:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Dutra</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Bem, é notável o crescimento das metodologias ágeis de desenvolvimento de software. Uma das práticas que me agrada muito, é a programação em pares (pair programming). É bem perceptível, a um longo prazo, a diferença que faz essa prática. Navegando pela internet, como um marujo sem rumo, encontrei um post falando sobre Remote Pair Programming. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Bem, é notável o crescimento das <strong>metodologias ágeis de desenvolvimento de software</strong>. Uma das práticas que me agrada muito, é a programação em pares (<em>pair programming</em>). É bem perceptível, a um longo prazo, a diferença que faz essa prática. Navegando pela internet, como um marujo sem rumo, encontrei um post falando sobre <em>Remote Pair Programming</em>. Parece meio estranho, porque o XP (<a rel="nofollow" href="http://www.extremeprogramming.org/">eXtreme Programming</a>) faz alusão a uma dupla programar em um único computador, com um único teclado e um único mouse.<br />
<span id="more-276"></span><br />
Então, vamos tentar simular este ambiente utilizando 4 ferramentas simples:</p>
<ul>
<li>screen</li>
<li>ssh</li>
<li>vim</li>
<li>skype</li>
</ul>
<p>Destas, só o <em>skype</em> não é <em>open-source</em>. Mas é interessante manter uma conversa verbal, pois conversas escritas podem desviar o foco da programação, que é bem mais rápida e precisa do que a escrita, que pode deixar brechas para má interpretações. A conversa verbal consegue interromper o programador ao mesmo tempo em que escreve, corrigindo-o ou questionando-o.</p>
<p>Conectados no skype, basta decidir em qual máquina será o desenvolvimento. Esta, por sua vez, terá que ter um servidor <strong>ssh</strong>. Ela será o <em>host</em> da programação. Será necessário, também, nesta máquina, ter instalado o <em>screen</em>, que é um programa que possibilita criar &#8217;sessões&#8217; no terminal.</p>
<h2>Host</h2>

<div class="wp_syntax"><div class="code"><pre class="bash" style="font-family:monospace;"><span style="color: #c20cb9; font-weight: bold;">screen</span> <span style="color: #660033;">-S</span> PairProgramming</pre></div></div>

<p>Parece que nada mudou, mas você está numa sessão do <strong>screen</strong> chamada <em>PairProgramming</em>.</p>
<p>Precione CTRL+a e digite:</p>

<div class="wp_syntax"><div class="code"><pre class="bash" style="font-family:monospace;">:multiuser on</pre></div></div>

<p>Pressione CTRL+a novamente e digite:</p>

<div class="wp_syntax"><div class="code"><pre class="bash" style="font-family:monospace;">:acladd usuarioclient</pre></div></div>

<p>Tudo que você ver nesta sessão, será visto pelo outro usuário (<em>usuarioclient</em>) que se conectará nela.</p>
<p>Então, abra o <strong>vim</strong>, pois será necessário um edito de textos de verdade <img src='http://gustavodutra.com/wp-includes/images/smilies/icon_biggrin.gif' alt=':D' class='wp-smiley' /> , e se divirta:</p>

<div class="wp_syntax"><div class="code"><pre class="bash" style="font-family:monospace;"><span style="color: #c20cb9; font-weight: bold;">vim</span> <span style="color: #000000; font-weight: bold;">/</span>caminho<span style="color: #000000; font-weight: bold;">/</span>arquivo</pre></div></div>

<h2>Client</h2>

<div class="wp_syntax"><div class="code"><pre class="bash" style="font-family:monospace;"><span style="color: #c20cb9; font-weight: bold;">ssh</span> usuarioclient<span style="color: #000000; font-weight: bold;">@</span>host
<span style="color: #c20cb9; font-weight: bold;">screen</span> <span style="color: #660033;">-x</span> usuariohost<span style="color: #000000; font-weight: bold;">/</span>PairProgramming</pre></div></div>

<p>Pronto! Agora você está acessando a mesma seção! Tudo que o <em>usuáriohost</em> fizer, o <em>usuárioclient</em> enxergará e <strong>vice-versa</strong>.</p>
<p>Agora, basta descutir a tarefa via Skype e programar. As atualizações são em tempo real, ou seja, aparecem ao mesmo tempo que são escritos, digo&#8230; depende da conexão, mas não é um grande problema.</p>
<p>Caso seja necessário que o usuarioclient não possa modificar o código, apenas assitir e dar pitacos, o usuáriohost deve pressionar CTRL+A e digitar:</p>
<pre>:aclchg usuarioclient -w #</pre>
<p>Eu ainda vou programar assim, depois digo a experiência.</p>
<h2>Referências</h2>
<ul>
<li><a rel="nofollow" href="http://www.linux.com/archive/feature/56443">Linux.com</a></li>
<li><a rel="nofollow" href="http://haruska.com/2009/09/29/remote-pair-programming/">Jason Haruska</a></li>
</ul>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Usando Vim dentro do Eclipse</title>
		<link>http://gustavodutra.com/post/257/usando-vim-dentro-do-eclipse/</link>
		<comments>http://gustavodutra.com/post/257/usando-vim-dentro-do-eclipse/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 01 Sep 2009 11:43:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Dutra</dc:creator>
				<category><![CDATA[Nerd]]></category>
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		<category><![CDATA[java]]></category>
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		<description><![CDATA[Pois é, quem nunca mexeu com java que atire a primeira pedra. Trabalhar com java fora de um IDE é realmente muito ruim. Mas deveria eu criar uma IDE em modo texto para o Vim ou ver alguma solução para o meu problema no google? 
Eu já sabia da existência, mas nunca tinha visto um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Pois é, quem nunca mexeu com java que atire a primeira pedra. Trabalhar com java fora de um IDE é realmente muito ruim. Mas deveria eu criar uma IDE em modo texto para o Vim ou ver alguma solução para o meu problema no <a rel="nofollow" href="http://google.com" target="_blank">google</a>? </p>
<p>Eu já sabia da existência, mas nunca tinha visto um motivo para fazê-lo. Trata-se do vim ou gvim dentro do Eclipse. Alguns motivos que me tentaram a usá-lo:</p>
<ul>
<li>Compilar é muito mais simples no eclipse.</li>
<li>Achar arquivos em pacotes é mais fácil com o Project Browser</li>
<li>Pode-se utilizar outros plugins do Eclipse, como o de modelagem pra Swing, AWT, etc</li>
<li>Integração com o SVN</li>
</ul>
<p><span id="more-257"></span></p>
<h2>Instalação</h2>
<p>A instalação está descrita no próprio site do <a rel="nofollow" href="http://vimplugin.org" target="_blank">Vimplugin</a>, e pode ser encontrada em <a rel="nofollow" href="http://vimplugin.org/installation" target="_blank">http://vimplugin.org/installation</a>.</p>
<p>Na configuração, ignore o campo de porta e senha, deixe como está. Apenas passe o caminho para o vim (geralmente <em>/usr/bin/vim</em> ou <em>/usr/bin/gvim</em>) e marque a opção &#8220;Embed vim to eclipse&#8221;. Pois se ela não estiver marcada, o vim é aberto externamente. Com o gvim, ao invés do vim, o eclipse coloca até os menus e toolbars, caso não estejam escondidos com o <strong>guioptions</strong>.</p>
<p>Pelo fato de se poder especificar argumentos opcionais para o vim, é possível fazer um .vimrc específico para utilização com o Eclipse. Muito útil.</p>
<h2>Utilização</h2>
<p>Para abrir um arquivo pelo vim: Botão direito sobre o arquivo > Open with > Vim.</p>
<p>Todas as funcionalidades estão presentes. Só não consegui fazer funcionar o <em>DELETE</em>, tem que ser no <em>backspace</em> ou <em>x</em>. Pode-se abrir vários arquivos em buffers e/ou abas, usar macros e substituições por expressões regulares, igual como quando independente.</p>
<h2>Conclusão</h2>
<p>Ainda prefiro o (g)vim sozinho, é mais leve e prático. Mas convenhamos, para java, talvez essa realmente seja a melhor opção. Alguém tem crítica sobre outros plugins?</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Criando apresentações Power Point pelo Vim</title>
		<link>http://gustavodutra.com/post/229/criando-apresentacoes-power-point-pelo-vim/</link>
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		<pubDate>Sun, 26 Jul 2009 21:56:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Dutra</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Nerd]]></category>
		<category><![CDATA[Software Livre]]></category>
		<category><![CDATA[Vim]]></category>
		<category><![CDATA[aumentar produtivade]]></category>
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		<category><![CDATA[how-to]]></category>
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		<description><![CDATA[Essa semana eu precisei de uma apresentação Power Point. Abri o Impress, o editor de apresentações do OpenOffice. Comecei meu raciocínio sobre a apresentação. Quando me dei conta, estava colocando negrito e identando um parágrafo. Ao reler o parágrafo, havia 3 erros de gramática. Foi a gota d&#8217;água: Não consigo criar apresentações, pensei.
Quando eu vou [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Essa semana eu precisei de uma apresentação Power Point. Abri o Impress, o editor de apresentações do OpenOffice. Comecei meu raciocínio sobre a apresentação. Quando me dei conta, estava colocando negrito e identando um parágrafo. Ao reler o parágrafo, havia 3 erros de gramática. Foi a gota d&#8217;água: Não consigo criar apresentações, pensei.</p>
<p>Quando eu vou escrever em algum programa de qualquer suíte de escritório &#8211; openoffice, koffice, etc -, eu geralmente me preocupo mais com o negrito da palavra, com identação do parágrafo do que com o conteúdo em si. Isso é um pecado.</p>
<p>Meu primeiro instinto foi: vou escrever tudo no Vim, depois colo no Impress. Boa! Ok, mas e quanto às páginas?<br />
Vou ter que por página por página? Ainda sim eu teria mais trabalho. Eu teria que refazer as listas para que ficassem com as &#8220;bolinhas&#8221; à esquerda. E teria que modificar todos os títulos para negrito?</p>
<p><span id="more-229"></span></p>
<p>Fui pro google e achei um plugin que já conhecia no resultado: <a rel="nofollow" href="http://www.vimoutliner.org/">VimOutliner</a>. Ele dita uma sintaxe muito intuitiva para hierarquisar (existe esse verbo?) o conteúdo. Algo assim:</p>

<div class="wp_syntax"><div class="code"><pre class="text" style="font-family:monospace;">Título do documento
&nbsp;
Tópico Nível 1
	Tópico Nível 2
	: Parágrafo com alinhamento justify
	; Parágrafo fica do jeito que foi escrito
	- Item de lista
	+ Item de lista numérica</pre></div></div>

<p>O plugin vem com documentação e um shell script que instala automaticamente o plugin. O site tem toda documentação, é bem simples.</p>
<p>Em <a rel="nofollow" href="http://perens.com/FreeSoftware/Outline/">http://perens.com/FreeSoftware/Outline/</a> é possível encontrar vários scripts que convertem o documento para outros formatos. Um deles é o vo2odp.rb, um script em ruby para converter arquivos para o OpenOffice Presentation.</p>
<p>Pra fazê-lo rodar, eu sofri um pouquinho. Tive que instalar o ruby (obviamente) e o rubygems. Depois de instalado:</p>

<div class="wp_syntax"><div class="code"><pre class="text" style="font-family:monospace;">$ gem install builder
$ gem install rubyzip</pre></div></div>

<p>Também alterei o script, segue o patch das modificações:</p>

<div class="wp_syntax"><div class="code"><pre class="text" style="font-family:monospace;">29,30c29,30
&lt; require_gem 'builder'
&lt; require_gem 'rubyzip'
---
&gt; require 'builder'
&gt; require 'zip/zip'</pre></div></div>

<p>Copie o trecho acima em um arquivo, por exemplo: /tmp/patch_vo2odp, depois execute</p>

<div class="wp_syntax"><div class="code"><pre class="text" style="font-family:monospace;">$ patch /caminho/para/vo2odp.rb &lt; /tmp/patch_vo2odp</pre></div></div>

<p>Pronto, agora só escrever sua apresentação. Lembre-se que o plugin tem uma extenção própria, a .otl. Sempre que um arquivo for aberto com esta extenção, o Vim irá carregar o syntax highlight apropriado e algumas outras opções para melhor escrever sua apresentação.</p>
<p>Concluída a apresentação, você pode usar</p>
</pre>

<div class="wp_syntax"><div class="code"><pre class="text" style="font-family:monospace;">$ ruby /caminho/para/vo2odp.rb apresentacao.otl apresentacao.odp</pre></div></div>

<p>Abra com o OpenOffice e salve como .ppt. Pronto! Você acabou de fazer sua apresentação no PowerPoint pelo Vim.</p>
<h3>Observações importantes</h3>
<ul>
<li>O script não quebra as páginas dos slides automaticamente. É separado por capítulos de nível 1. Então, não escreva coisas muito longas dentro de um nível. Lembre-se que é uma apresentação e não um documento de texto.</li>
<li>Quando aberto no OpenOffice, use o negrito, sublinhado, coloque imagens, etc. Crie seu layout e não pense nisso durante a criação do conteúdo. Escreva antes e formate depois</li>
</ul>
<p>E isso ai! Gostou? Não? Comente! Dê dicas e sugestões!</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Lançada versão beta do .vimrc generator</title>
		<link>http://gustavodutra.com/post/162/lancada-versao-beta-do-vimrc-generator/</link>
		<comments>http://gustavodutra.com/post/162/lancada-versao-beta-do-vimrc-generator/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 03 May 2009 22:08:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Dutra</dc:creator>
				<category><![CDATA[Nerd]]></category>
		<category><![CDATA[Vim]]></category>
		<category><![CDATA[gvimrc]]></category>
		<category><![CDATA[vim]]></category>
		<category><![CDATA[vimrc]]></category>

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		<description><![CDATA[Olá! Eu estava pensando em usar o feriado pra aprender pyGTK, com um projeto que estou na cabeça. Mas, sexta-feira me surgiu outra idéia, que tocou mais forte.
Muita gente me perguntava o que eu punha no meu .vimrc, quais configurações e o que elas faziam. Então, pra ajudar o pessoal e também manter uma documentação [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Olá! Eu estava pensando em usar o feriado pra aprender pyGTK, com um projeto que estou na cabeça. Mas, sexta-feira me surgiu outra idéia, que tocou mais forte.</p>
<p>Muita gente me perguntava o que eu punha no meu .vimrc, quais configurações e o que elas faziam. Então, pra ajudar o pessoal e também manter uma documentação (porque eu esqueço rápido essas coisas), eu criei o .vimrc generator.</p>
<p>A idéia é que se possa criar um .vimrc através da interface web, facilitando a propagação (caso você queira mostrar pro amigo, contribuínte ou seja lá quem for) do seu .vimrc! Vocês podem ler um pouco mais <a rel="nofollow" href="http://vimrc.gustavodutra.com/">aqui</a>. Também tenho plano de fazer estatísticas, como por exemplo: quais opções mais usadas, quais colorschemes mais utilizados, etc. Portanto, sinta-se a vontade de testar a ferramenta e dar um <a rel="nofollow" href="http://vimrc.gustavodutra.com/feedback">feedback</a>!</p>
<p>Sugestões de opções interessantes, de coisas faltando, reclamações, são todas bem-vindas! Pode ter certeza que, se implementada, manterei os créditos da sua idéia. Por enquanto só está disponível em inglês, mas logo traduzirei pro português. Quem sabe feriado que vem? hehehe</p>
<p>Espero que aproveitem! <a rel="nofollow" href="http://vimrc.gustavodutra.com/generate">Gere seu próprio .vimrc</a></p>
<p>Até!</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Dicas de como aumentar a produtividade usando autocmd no vim</title>
		<link>http://gustavodutra.com/post/153/dicas-de-como-aumentar-a-produtividade-usando-autocmd-no-vim/</link>
		<comments>http://gustavodutra.com/post/153/dicas-de-como-aumentar-a-produtividade-usando-autocmd-no-vim/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 12 Apr 2009 02:06:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Dutra</dc:creator>
				<category><![CDATA[Nerd]]></category>
		<category><![CDATA[Vim]]></category>
		<category><![CDATA[abreviaturas]]></category>
		<category><![CDATA[aumentar produtivade]]></category>
		<category><![CDATA[autocmd]]></category>
		<category><![CDATA[como]]></category>
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		<category><![CDATA[dicas]]></category>
		<category><![CDATA[gvimrc]]></category>
		<category><![CDATA[gzip]]></category>
		<category><![CDATA[how-to]]></category>
		<category><![CDATA[html]]></category>
		<category><![CDATA[oop]]></category>
		<category><![CDATA[poo]]></category>
		<category><![CDATA[porque]]></category>
		<category><![CDATA[produtividade]]></category>
		<category><![CDATA[python]]></category>
		<category><![CDATA[reuso]]></category>
		<category><![CDATA[vim]]></category>
		<category><![CDATA[vimrc]]></category>

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		<description><![CDATA[Quantas vezes você faz um arquivo que é exatamente igual à um outro arquivo por dia? Quantas vezes você abre um arquivo só para copiar um trecho de código que é utilizado em vários arquivos? Quantas vezes você se vê fazendo a mesma coisa que fez em outro lugar?
E aquela palavra que você sempre escreve [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quantas vezes você faz um arquivo que é exatamente igual à um outro arquivo por dia? Quantas vezes você abre um arquivo só para copiar um trecho de código que é utilizado em vários arquivos? Quantas vezes você se vê fazendo a mesma coisa que fez em outro lugar?</p>
<p>E aquela palavra que você sempre escreve errada? Aquela função que você sempre esquece o nome?</p>
<p>Conheça algumas dicas para aumentar a produtividade e diminuir o trabalho dessas coisas rotineiras.</p>
<p><span id="more-153"></span></p>
<h2>Lista de Abreviaturas</h2>
<p>Sabe aquelas palavras que a gente insiste em escrever errado? Principalmente quem trabalha com e-mails, códigos e comentários em outras línguas tem dificuldades com certas palavras. Por exemplo,</p>

<div class="wp_syntax"><div class="code"><pre class="plain" style="font-family:monospace;">vc -&gt; você
q -&gt; que
pq -&gt; porque
nao -&gt; não</pre></div></div>

<p>Agora a pergunta que não quer calar: Porque não usarmos algo para evitar esse tipo de coisa? Às vezes nem notamos os erros, mas eles estão lá. Mantenha uma lista de abreviaturas no Vim. Cuide dela, adicione novas abreviaturas assim que vierem à sua cabeça. A sintaxe é simples, basta adicionar no seu .vimrc:</p>

<div class="wp_syntax"><div class="code"><pre class="plain" style="font-family:monospace;">&quot;&quot; abbr ERRADO CORRETO, por exemplo:
abbr pq porque
abbr vc você</pre></div></div>

<p>O Vim ainda possibilita que você crie sintaxes diferentes para arquivos diferentes. Então, seus arquivos <strong>.txt</strong> podem ter abreviaturas diferentes das de <strong>.py</strong>. Ou seja, se o nome daquela função python é muito <strong>longa</strong> ou você insiste em escrevê-la errada, ela merece uma abreviatura, no formato descrito acima (abbr ERRADO CORRETO).</p>

<div class="wp_syntax"><div class="code"><pre class="plain" style="font-family:monospace;">$ mkdir -p ~/.vim/abreviaturas/
$ vim ~/.vim/abreviaturas/txt.vim</pre></div></div>

<p>Adicione ao txt.vim as abreviaturas utilizadas para arquivos texto. Mesmo que poucas, coloque algumas. Um pouco de disciplina fará com que sua produtividade aumente. Tenha certeza.</p>
<p>Ao seu .vimrc, basta acrescentar:</p>

<div class="wp_syntax"><div class="code"><pre class="vim" style="font-family:monospace;"><span style="color: #668080;">autocmd</span> BufNewFile,BufRead <span style="color: #000000;">*</span> source <span style="color: #000000;">$</span>HOME<span style="color: #000000;">/.</span>vim<span style="color: #000000;">/</span>abreviaturas<span style="color: #000000;">/</span>para_qualquer_linguagem<span style="color: #000000;">.</span>vim
<span style="color: #668080;">autocmd</span> BufNewFile,BufRead <span style="color: #000000;">*.</span>txt source <span style="color: #000000;">$</span>HOME<span style="color: #000000;">/.</span>vim<span style="color: #000000;">/</span>abreviaturas<span style="color: #000000;">/</span>txt<span style="color: #000000;">.</span>vim
<span style="color: #668080;">autocmd</span> BufNewFile,BufRead <span style="color: #000000;">*.</span>py source <span style="color: #000000;">$</span>HOME<span style="color: #000000;">/.</span>vim<span style="color: #000000;">/</span>abreviaturas<span style="color: #000000;">/</span>python<span style="color: #000000;">.</span>vim</pre></div></div>

<p>O <em>autocmd</em> funciona mais ou menos igual a uma <em>trigger</em>. É um sistema de eventos, basicamente. Ou seja, ao abrir um arquivo novo (BufNewFile) ou um arquivo já existente (BufRead), se o nome do arquivo casar com a expressão (no caso, *, *.txt ou *.py) irá executar o código a seguir.</p>
<p>Vou falar mais sobre o autocmd em outro post, tem muitoooo pano pra manga, hehehe.</p>
<h2>Templates de Arquivos</h2>
<p>Quando se fala em programação é meio que como na arte. Não só porque programar é uma arte, mas porque nada se cria, tudo se copia. Tudo bem que, hoje em dia, com técnicas de encapsulamento, oop, etc, fica mais difícil. Mas sempre há coisas em comum entre os arquivos. Vamos começar com algo simples.</p>
<p>Template básico para javascript, onde será utilizado jquery.</p>

<div class="wp_syntax"><div class="code"><pre class="javascript" style="font-family:monospace;">$<span style="color: #009900;">&#40;</span>document<span style="color: #009900;">&#41;</span>.<span style="color: #660066;">onready</span><span style="color: #009900;">&#40;</span><span style="color: #003366; font-weight: bold;">function</span><span style="color: #009900;">&#40;</span><span style="color: #009900;">&#41;</span><span style="color: #009900;">&#123;</span>
<span style="color: #006600; font-style: italic;">// code here</span>
<span style="color: #009900;">&#125;</span><span style="color: #009900;">&#41;</span><span style="color: #339933;">;</span></pre></div></div>

<p>Simples, mas não é um saco ter que escrever isso sempre que abre um arquivo novo? Tome isso como regra: Faça uma, porém apenas uma vez. Não seria mais fácil abrir o arquivo e tcha-ram! Lá está o código que, em 90% dos casos, você irá utilizar?</p>
<p>Esse foi pequeninho, mas imagine um arquivo html. A trabalheira que é copiar todo o caçalho. E se você segue um padrão, pode usar inclusive o css junto. Observe:</p>

<div class="wp_syntax"><table><tr><td class="line_numbers"><pre>1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
11
12
13
14
15
16
</pre></td><td class="code"><pre class="html" style="font-family:monospace;">&lt; !DOCTYPE html PUBLIC &quot;-//W3C//DTD XHTML 1.0 Transitional//EN&quot; &quot;http://www.w3.org/TR/xhtml1/DTD/xhtml1-transitional.dtd&quot;&gt;
&lt;html xmlns=&quot;http://www.w3.org/1999/xhtml&quot; xml:lang=&quot;pt&quot; lang=&quot;pt-br&quot; dir=&quot;ltr&quot;&gt;
	&lt;head&gt;
		&lt;meta http-equiv=&quot;Content-Type&quot; content=&quot;text/html; charset=utf-8&quot; /&gt;
		&lt;meta http-equiv=&quot;Content-Style-Type&quot; content=&quot;text/css&quot; /&gt;
		&lt;meta name=&quot;keywords&quot; content=&quot;aqui,vai,as,keywords&quot; /&gt;
		&lt;link rel=&quot;stylesheet&quot; href=&quot;/style.css&quot; /&gt;
		&lt;link rel=&quot;shortcut icon&quot; href=&quot;/favicon.ico&quot; /&gt;
        &lt;/head&gt;
        &lt;body&gt;
        &lt;div id=&quot;wrapper&quot;&gt;
                &lt;div id=&quot;head&quot;&gt;&lt;/div&gt;
                &lt;div id=&quot;content&quot;&gt;&lt;/div&gt;
                &lt;div id=&quot;footer&quot;&gt;&lt;/div&gt;
        &lt;/div&gt;
&lt;/body&gt;&lt;/html&gt;</pre></td></tr></table></div>

<p>E o css:</p>

<div class="wp_syntax"><table><tr><td class="line_numbers"><pre>1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
11
12
</pre></td><td class="code"><pre class="css" style="font-family:monospace;">html <span style="color: #00AA00;">*</span> <span style="color: #00AA00;">&#123;</span>
<span style="color: #00AA00;">&#125;</span>
body <span style="color: #00AA00;">&#123;</span>
<span style="color: #00AA00;">&#125;</span>
<span style="color: #cc00cc;">#wrapper</span> <span style="color: #00AA00;">&#123;</span>
<span style="color: #00AA00;">&#125;</span>
        <span style="color: #cc00cc;">#wrapper</span> <span style="color: #cc00cc;">#head</span> <span style="color: #00AA00;">&#123;</span>
        <span style="color: #00AA00;">&#125;</span>
        <span style="color: #cc00cc;">#wrapper</span> <span style="color: #cc00cc;">#content</span> <span style="color: #00AA00;">&#123;</span>
        <span style="color: #00AA00;">&#125;</span>
        <span style="color: #cc00cc;">#wrapper</span> <span style="color: #cc00cc;">#footer</span> <span style="color: #00AA00;">&#123;</span>
        <span style="color: #00AA00;">&#125;</span></pre></td></tr></table></div>

<p>Imagine um designers, aqueles que fazem o psd e depois passam pra xhtml, tendo que copiar isso vezes e vezes para todos os arquivos que ele faz. Faça apenas uma vez e siga o padrão!</p>
<p>Usuários de django, ao criar um model, precisam escrever sempre os imports ? Se são utilizados sempre, porque não criar um template?</p>
<p>Agora você me pergunta, como carregar o template automagicamente no Vim ? Fácil! Utilizando nosso autocmd =). Do mesmo modo que fizemos com as abreviaturas, vamos criar os diretórios:</p>

<div class="wp_syntax"><div class="code"><pre class="plain" style="font-family:monospace;">$ mkdir -p ~/.vim/templates/</pre></div></div>

<p>Criei lá os arquivos com os templates que você acha útil.</p>

<div class="wp_syntax"><div class="code"><pre class="vim" style="font-family:monospace;"><span style="color: #668080;">autocmd</span> BufNewFile <span style="color: #000000;">*.</span>html 0r <span style="color: #000000;">~/.</span>vim<span style="color: #000000;">/</span>templates<span style="color: #000000;">/</span>html<span style="color: #000000;">.</span>tpl
<span style="color: #668080;">autocmd</span> BufNewFile style<span style="color: #000000;">.</span>css 0r <span style="color: #000000;">~/.</span>vim<span style="color: #000000;">/</span>templates<span style="color: #000000;">/</span>cssstyle<span style="color: #000000;">.</span>tpl
<span style="color: #668080;">autocmd</span> BufNewFile jquery<span style="color: #000000;">.*.</span>js 0r <span style="color: #000000;">~/.</span>vim<span style="color: #000000;">/</span>templates<span style="color: #000000;">/</span>jqueryjs<span style="color: #000000;">.</span>tpl</pre></div></div>

<p>Agora, abra seu Vim e sinta a magia:</p>

<div class="wp_syntax"><div class="code"><pre class="plain" style="font-family:monospace;">vim index.html style.css jquery.initscript.js</pre></div></div>

<h2>Executando comandos externos</h2>
<h3>g(un)zip</h3>
<p>O manual do Vim tem um exemplo bem interessante, para abrir arquivos <strong>gzipados</strong>, editá-los, como se nada tivesse acontecido e salvá-lo no formato <strong>gzip</strong> de novo. Apesar de que aqui, não precisou acrescentar os códigos abaixo, ele já fez automático. Basta adicionar o .vimrc</p>

<div class="wp_syntax"><div class="code"><pre class="vim" style="font-family:monospace;">augroup gzip
  <span style="color: #668080;">autocmd</span><span style="color: #000000;">!</span>
  <span style="color: #668080;">autocmd</span> BufReadPre,FileReadPre	<span style="color: #000000;">*.</span>gz set bin
  <span style="color: #668080;">autocmd</span> BufReadPost,FileReadPost	<span style="color: #000000;">*.</span>gz <span style="color: #C5A22D;">'[,'</span><span style="color: #000000;">&#93;</span><span style="color: #000000;">!</span>gunzip
  <span style="color: #668080;">autocmd</span> BufReadPost,FileReadPost	<span style="color: #000000;">*.</span>gz set nobin
  <span style="color: #668080;">autocmd</span> BufReadPost,FileReadPost	<span style="color: #000000;">*.</span>gz <span style="color: #804040;">execute</span> <span style="color: #C5A22D;">&quot;:doautocmd BufReadPost &quot;</span> <span style="color: #000000;">.</span> <span style="color: #25BB4D;">expand</span><span style="color: #000000;">&#40;</span><span style="color: #C5A22D;">&quot;%:r&quot;</span><span style="color: #000000;">&#41;</span>
  <span style="color: #668080;">autocmd</span> BufWritePost,FileWritePost	<span style="color: #000000;">*.</span>gz <span style="color: #000000;">!</span>mv <span style="color: #000000;">&lt;</span>afile<span style="color: #000000;">&gt;</span> <span style="color: #000000;">&lt;/</span>afile<span style="color: #000000;">&gt;&lt;</span>afile<span style="color: #000000;">&gt;:</span>r
  <span style="color: #668080;">autocmd</span> BufWritePost,FileWritePost	<span style="color: #000000;">*.</span>gz <span style="color: #000000;">!</span>gzip <span style="color: #000000;">&lt;/</span>afile<span style="color: #000000;">&gt;&lt;</span>afile<span style="color: #000000;">&gt;:</span>r
&nbsp;
  <span style="color: #668080;">autocmd</span> FileAppendPre		<span style="color: #000000;">*.</span>gz <span style="color: #000000;">!</span>gunzip <span style="color: #000000;">&lt;/</span>afile<span style="color: #000000;">&gt;&lt;</span>afile<span style="color: #000000;">&gt;</span>
  <span style="color: #668080;">autocmd</span> FileAppendPre		<span style="color: #000000;">*.</span>gz <span style="color: #000000;">!</span>mv <span style="color: #000000;">&lt;/</span>afile<span style="color: #000000;">&gt;&lt;</span>afile<span style="color: #000000;">&gt;:</span>r <span style="color: #000000;">&lt;/</span>afile<span style="color: #000000;">&gt;&lt;</span>afile<span style="color: #000000;">&gt;</span>
  <span style="color: #668080;">autocmd</span> FileAppendPost		<span style="color: #000000;">*.</span>gz <span style="color: #000000;">!</span>mv <span style="color: #000000;">&lt;/</span>afile<span style="color: #000000;">&gt;&lt;</span>afile<span style="color: #000000;">&gt;</span> <span style="color: #000000;">&lt;/</span>afile<span style="color: #000000;">&gt;&lt;</span>afile<span style="color: #000000;">&gt;:</span>r
  <span style="color: #668080;">autocmd</span> FileAppendPost		<span style="color: #000000;">*.</span>gz <span style="color: #000000;">!</span>gzip <span style="color: #000000;">&lt;/</span>afile<span style="color: #000000;">&gt;&lt;</span>afile<span style="color: #000000;">&gt;:</span>r
augroup END
<span style="color: #000000;">&lt;/</span>afile<span style="color: #000000;">&gt;</span></pre></div></div>

<h3>Verificação por erro</h3>
<p>Já deve ter acontecido com você: você salva o arquivo e quando vai testar, faltou um ponto e vírgula, ou escrever o nome de uma função errada, ou algo similar&#8230; um erro bobo, mas que não deixou seu código ser executado e exige reparo.</p>
<p>Para ajudar contra esse trabalho desnecessário (teste + correção + teste), que pode se repetir inúmeras vezes, você pode usar o autocmd para alertá-lo, utilizando ferramentas externas. Por exemplo:</p>

<div class="wp_syntax"><div class="code"><pre class="vim" style="font-family:monospace;"><span style="color: #668080;">autocmd</span> BufWritePost <span style="color: #000000;">*.</span>pl <span style="color: #000000;">!</span>perl <span style="color: #000000;">-</span>c <span style="color: #000000;">%</span>
<span style="color: #668080;">autocmd</span> BufWritePost <span style="color: #000000;">*.</span>php <span style="color: #000000;">!</span>php <span style="color: #000000;">-</span>l <span style="color: #000000;">%</span>
<span style="color: #668080;">autocmd</span> BufWritePost <span style="color: #000000;">*.</span>java <span style="color: #000000;">!</span>javac <span style="color: #000000;">-</span>Xlint <span style="color: #000000;">%</span></pre></div></div>

<h2>Use a criativdade</h2>
<p>Utilize sua criatividade e seja mais produtivo na SUA rotina. Deixe as coisas serem automatizadas. Para mais eventos do autocmd, :help autocmd. Tem uma lista bem extensa. Leia a documentação e seja feliz =). Crítias, sugestões e CASES são bem vindos nos comentários =)</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Como dar Commits SVN com Vim</title>
		<link>http://gustavodutra.com/post/149/como-dar-commits-svn-com-vim/</link>
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		<pubDate>Sun, 05 Apr 2009 20:52:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Dutra</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Vim]]></category>
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		<category><![CDATA[produtividade]]></category>
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		<description><![CDATA[Em alguns projetos, ao se dar um commit, é necessário especificar quais arquivos foram adicionados ou modificados e ainda mencionar o porque. Algo do tipo:
functions.pl &#8211; Adicionada a função que faz aquilo e corrigida a função tal que tinha um erro de português.
É realmente um porre ver todos os arquivos que foram modificados e dizer [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em alguns projetos, ao se dar um commit, é necessário especificar quais arquivos foram adicionados ou modificados e ainda mencionar o porque. Algo do tipo:</p>
<p>functions.pl &#8211; Adicionada a função que faz aquilo e corrigida a função tal que tinha um erro de português.</p>
<p>É realmente um porre ver todos os arquivos que foram modificados e dizer as mudanças, mas é necessário. Aqui vai uma dica pra quem quer melhorar isso e, por que não, automatizar. Vou utilizar o exemplo com o svn, mas adaptem para o que vocês usam.</p>

<div class="wp_syntax"><div class="code"><pre class="plain" style="font-family:monospace;">$ cd /raiz/do/repositorio
$ svn status | vim -
$ svn commit -F /tmp/commit</pre></div></div>

<p>Aquela segunda linha, joga a saída do comando `svn status` em um buffer no Vim. Assim, podemos editar melhor. Caso o servidor seja externo e demore muito uma resposta, apenas aguarde. A saída do shell irá para buffer, apenas aguarde.</p>
<p>Com tudo pronto, podemos fazer algumas substituições:</p>

<div class="wp_syntax"><div class="code"><pre class="plain" style="font-family:monospace;">:%s/^A\s\+/[ADICIONADO] /g
:%s/^D\s\+/[REMOVIDO] /g
:%s/^M\s\+/[MODIFICADO] /g</pre></div></div>

<p>Cada letra da primeira coluna, indica o status do arquivo no projeto. Uma lista completa com as opções pode ser encontrada em <a rel="nofollow" href="http://svnbook.red-bean.com/en/1.4/svn.ref.svn.c.status.html">http://svnbook.red-bean.com/en/1.4/svn.ref.svn.c.status.html</a></p>
<p>Agora você organiza seu log. Escreve porque foi adicionado o arquivo X, removido o arquivo Y e etc. Depois de pronto, basta salvá-lo e utilizá-lo como log do commit.</p>

<div class="wp_syntax"><div class="code"><pre class="plain" style="font-family:monospace;">:sav /tmp/commit
$ svn commit -F /tmp/commit
$ rm /tmp/commit</pre></div></div>

<p>Uma outra maneira de se fazer isso é usando o Vim como editor default do SVN.</p>

<div class="wp_syntax"><div class="code"><pre class="plain" style="font-family:monospace;">vim ~/.bashrc</pre></div></div>

<p>Acrescente as seguintes linhas:</p>

<div class="wp_syntax"><div class="code"><pre class="sh" style="font-family:monospace;">export SVN_EDITOR=/usr/bin/vim</pre></div></div>

<p>Agora, ao usar `svn commit`, o vim irá ser aberto para você especificar o motivo.</p>
<p>Acho que é isso! Comentem =)</p>
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		<title>Como fazer tudo com GVim &#8211; Parte 2</title>
		<link>http://gustavodutra.com/post/137/como-fazer-tudo-com-gvim-parte-2/</link>
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		<pubDate>Mon, 30 Mar 2009 03:29:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Dutra</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Vim]]></category>
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		<category><![CDATA[firefox]]></category>
		<category><![CDATA[gist]]></category>
		<category><![CDATA[plugin]]></category>
		<category><![CDATA[python]]></category>
		<category><![CDATA[ruby]]></category>
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		<description><![CDATA[Hey! Dando continuidade à série: &#8216;Como Fazer Tudo com o GVim&#8217;, nesse segundo post, vou mostrar algumas coisas que podem não fazer muito sentido, mas fazem, definitivamente acerca do que o vim é capaz (e ótimo que o seja) de fazer.
Como o vim tem suporte à programação em python e ruby, ou seja, você pode [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Hey! Dando continuidade à série: &#8216;Como Fazer Tudo com o GVim&#8217;, nesse segundo post, vou mostrar algumas coisas que podem não fazer muito sentido, mas fazem, definitivamente acerca do que o vim é capaz (e ótimo que o seja) de fazer.</p>
<p>Como o vim tem suporte à programação em python e ruby, ou seja, você pode programar em python ou ruby para fazer plugins e afins para o vim, pode-se, evidentemente, utilizar biliotecas nativas das linguages, ou até mesmo API&#8217;s próprias.</p>
<p><span id="more-137"></span></p>
<h2>Não é frescura!</h2>
<p>Editor de texto é aquele programa onde você consegue escrever tudo que você quer realmente escrever. Diversas vezes vamos escrever, mas o pensamento consegue ser mais rápido, e, por uma questão de segundos, some. O editor de texto está aí para isto. Ele tem que facilitar o fluxo entre o cérebro e o computador. Nisso, o vim é muito bom. Responder emails, escrever posts de blogs, tudo que envolve texto.</p>
<p>Defendo isso. Imagine aquela palavra que você escreve errado o tempo todo. Sempre se confunde. O vim possibilita correção pelo aspell, abreviações e correções ortográficas. E uma série de outras coisas que um dia eu posto aqui no blog.</p>
<p>Segue uma série de plugins para facilitar nossas vidas:</p>
<h2>1. Postando no Twitter</h2>
<p>O plugin posta e lê <em>timelines</em> do Twitter. Maiores explicações em: <a rel="nofollow" href="http://www.vim.org/scripts/script.php?script_id=2204">http://www.vim.org/scripts/script.php?script_id=2204</a></p>
<h2>2. Gerenciando Blogs</h2>
<p>O Blogit é um plugin que permite que se submeta, remova, edite, liste, enfim, administre seu blog inteiro utilizando XML-RPC. Para conferir: <a rel="nofollow" href="http://www.vim.org/scripts/script.php?script_id=2030"> http://www.vim.org/scripts/script.php?script_id=2030 </a>.</p>
<h2>3. Gerenciando Gists</h2>
<p>Para quem utliza o serviço do <a rel="nofollow" href="http://github.com">github</a> Gist, este plugin facilita bastante o trabalho: permite que vocẽ envie arquivos inteiros ou apenas trechos deles. Permite também editar e listar Gists já existentes. Experimente usá-lo. <a rel="nofollow" href="http://www.vim.org/scripts/script.php?script_id=2423">baixando aqui</a>.</p>
<h2>4. Copiando o TexMate</h2>
<p>Esse plugin possibilita coisas do tipo: for&lt;TAB&gt; se transforme em:</p>

<div class="wp_syntax"><table><tr><td class="line_numbers"><pre>1
2
3
</pre></td><td class="code"><pre class="php" style="font-family:monospace;">	<span style="color: #b1b100;">for</span> <span style="color: #009900;">&#40;</span><span style="color: #000088;">$i</span> <span style="color: #339933;">=</span> <span style="color: #cc66cc;">0</span><span style="color: #339933;">;</span> <span style="color: #000088;">$i</span> <span style="color: #339933;">&lt;</span> size<span style="color: #339933;">;</span> <span style="color: #000088;">$i</span><span style="color: #339933;">++</span><span style="color: #009900;">&#41;</span> <span style="color: #009900;">&#123;</span>
		<span style="color: #666666; font-style: italic;">// code here</span>
	<span style="color: #009900;">&#125;</span></pre></td></tr></table></div>

<p>O próprio script permite que você altere a variável $i por outro nome e automagicamente ele dá um refact nas outras 2 ocorrências da variável, ao mesmo tempo já coloca em evidência o size, onde, depois de você ter digitado o valor e pressionado tab novamente, ele dá o foco para o comentário. Muito interessante, muito prático, um grande facilitador. Ah! Para criar arquivos específicos para cada linguagem é muito simples, só vendo os exemplos já o suficiente. O plugin se chama <strong>SnipMate</strong></p>
<h2>5. Lendo documentação do Python</h2>
<p>Quem nunca ficou em dúvida em algum parâmetro de alguma API do python que atire a primeira pedra. Tanta coisa para decorar, saber, pensar, às vezes faz com que esqueçamos a ordem de parâmetros para um método ou função e etc. O plugin <a rel="nofollow" href="http://www.vim.org/scripts/script.php?script_id=910">pydoc</a> ajuda bastante nesse sentido, apesar de ser acessível e fácil. Basta apenas utilizar :pydoc re.compile, por exemplo.</p>
<h2>6. Wiki no Vim</h2>
<p>Há pouco tempo eu ouvi falar de <em>Knowledge Base</em>, que até então, eu chamava de wiki. Eu sempre achei um saco configurar banco de dados e por um wiki local pra rodar só pra organizar meus pensamentos, posts, etc. Mas, achei a solução dos meus problemas: <a rel="nofollow" href="http://www.vim.org/scripts/script.php?script_id=1018">PotWiki</a>. Vendo a própria página do vim.org, já dá pra perceber como é fácil de mexer.</p>
<h2>Vim no Firefox</h2>
<p>Sabe quando temos que escrever alguma coisa nas &lt;textarea&gt;&#8217;s e nos perdemos porque o espaço é pequeno, ou não da pra organizar as idéias? Pois é. Para tentar corrigir isso, existe o <a rel="nofollow" href="https://addons.mozilla.org/en-US/firefox/addon/4125">It&#8217;s All Text</a>. Ele permite que seja configurado um editor. Ao salvar o arquivo, ele joga o conteúdo pra textarea. Inclusive, tem alguns outros parâmetros que podem ser configurados.</p>
<h2>Finalização</h2>
<p>Espero que vocês gostem de pelo menos um destes plugins! Sugestões de outros, críticas e receitas de tortas de chocolate: comente!</pre>
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		<title>Gravando Sessões no Vim</title>
		<link>http://gustavodutra.com/post/108/gravando-sessoes-no-vim/</link>
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		<pubDate>Sun, 15 Feb 2009 16:39:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Dutra</dc:creator>
				<category><![CDATA[Nerd]]></category>
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		<category><![CDATA[dicas]]></category>
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		<description><![CDATA[Pense na cena: você está programando uma certa funcionalidade de um determinado projeto, vamos chamá-lo de A. Então, você tem 4 arquivos abertos em buffers dentro do Vim. Criou uns mapeamentos do teclado extra, só para o momento. Também tem marcadores que pulam de um trecho do código para outro. Está tudo do jeito que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Pense na cena: você está programando uma certa funcionalidade de um determinado projeto, vamos chamá-lo de A. Então, você tem 4 arquivos abertos em buffers dentro do Vim. Criou uns mapeamentos do teclado extra, só para o momento. Também tem marcadores que pulam de um trecho do código para outro. Está tudo do jeito que você adora.</p>
<p>Chega, então, o seu chefe e diz: &#8220;Cara, preciso que tu veja algo em outro projeto.&#8221; ou até mesmo atualiza seu kernel e precisa rebootar o sistema. Chega sua namorada e pede pra ver o orkut. Seja qual seja o motivo, você precisa fechar o Vim. Mas, mais tarde, vai voltar a mexer, nestes 4 mesmos arquivos. Vai refazer todos os mapeamentos, refazer as marcações, etc.</p>
<p>Pois, se já aconteceu isso com você &#8211; comigo acontece muito frequênte -, você pode usar o <em>:mksession</em>.<br />
<span id="more-108"></span><br />
A sintaxe é a seguinte:</p>

<div class="wp_syntax"><div class="code"><pre class="text" style="font-family:monospace;">:mksession ~/.vim-sessions/projeto-A.vim</pre></div></div>

<p>Você escolhe o nome do arquivo e o diretório e o vim grava no arquivo as informações exatas do editor no momento em que foi executado o comando. Dentre as coisas das quais ele grava estão:</p>
<ol>
<li><strong>Mapeamentos de teclas</strong></li>
<li><strong>Variáveis globais (iniciadas com maiúsculas e que tenham pelo menos 1 caracter minúsculo)</strong></li>
<li><strong>Caso use o GVim, grava o posicionamento e o tamanho dele na tela</strong></li>
<li><strong>Todos os arquivos abertos em buffers e o ponteiro do mouse</strong></li>
<li><strong>O estado visual do Gvim (folds, marks, incserch)</strong></li>
</ol>
<p>Depois de gravada, para recarregar a session, basta abrir o arquivo.</p>

<div class="wp_syntax"><div class="code"><pre class="text" style="font-family:monospace;">gvim -S ~/.vim-sessions/projeto-A.vim
ou
vim -S ~/.vim-sessions/projeto-A.vim</pre></div></div>

<p>Eu tenho usado bastante para funcionalidades que requerem muita manutenção. Por exemplo, no desenvolvimento web.</p>

<div class="wp_syntax"><div class="code"><pre class="text" style="font-family:monospace;">vim -S ~/.vim-sessions/projetoA-javascripts.vim
vim -S ~/.vim-sessions/projetoA-accounts.vim</pre></div></div>

<p>Assim, até o módulo de accounts ficar pronto, testado e aprovado pelo inmetro, todos os arquivos relacionados estão ali. E quando acaba o expediente, sobreescrevo a session, para que no próximo dia eu possa dar continuidade.</p>
<p>E você? Tem alguma idéia melhor? Comente!</p>
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	</channel>
</rss>
