Dicas

Esta categoria contém dicas que podem ajudar no desenvolvimento de software e também no uso de ferramentas ou linux. As dicas não se resumem a isto, basta dar uma olhada nos posts a seguir.

O git realmente é um poderoso sistema de versionamento de códigos. O melhor, ele é distribuído, o que permite ainda mais diversão. Às vezes, acostumados com outros, como o svn, acabamos ignorando o real potencial do git. Aqui vão algumas dicas que podem ser úteis ao utilizá-lo:

Neste breve post gostaria de por algumas referências onde vocês podem consultar algumas dicas de vim, o editor. Assim, quem está começando a brincar com esta excelente ferramenta, já saberá por onde começar!

Se você tiver mais dicas, não deixe dizê-la nos comentários!

O Tchelinux é uma série de eventos organizados por usuários de Software Livre para usuários de Software Livre em várias regiões do Rio Grande do Sul. Em Porto Alegre, este ano, será sediado no prédio da FTEC no dia 26 de novembro de 2011, um sábado, das 8:30 até as 17h.

Infelizmente não estarei no Rio Grande do Sul para presenciar o evento, porém, quem estiver poderá comparecer. O evento de 2010 foi muito bom e muito melhor que o tchelinux 2009, onde palestrei. Os slides das minhas palestras se encontram no bellthoven @ Slideshare e no gustavotkg @ SpeakerDeck.com - tenho preferido este segundo ao Slideshare: mais limpo, mais elegante e com muito foco em desenvolvimento.

O Tchelinux 2011 Porto Alegre promete ser ainda melhor. Meu destaque especial é para o Coding Dojo de PHP que, tenho certeza, será um lugar para se divertir, aprender e praticar as boas práticas da programação como teste unitários, padrões de projeto quando necessário e baby steps.

Também não posso deixar de comentar a palestra do Leandro Nunes, Hands on Arduino, - uma que, com certeza, não perderia - e a sala "Trovas e Chimarrão", com o assunto livre, onde acredito que vá rolar muita troca de conhecimento!

A grade de palestras está bem diversificada, há palestras sobre Arduino, Python, PHP, Ruby, Segurança da Informação, Empreendedorismo, entre outros. Para conferir tudo isto, basta preencher alguns dados na página de inscrição. O evento é gratuito, porém os participantes são encorajados a levar 2kg de alimento não-perecível que serão doados para uma instituição que necessite.

O meu artigo Como usar mod_rewrite de verdade fez um bom sucesso. Então, decidi fazer este artigo, que mostra como a utilização do mod_rewrite pode impactar na arquitetura de uma aplicação web, use esta aplicação um Framework ou não. Será feito uma análise de implementação de URL's amigáveis para sites de pequeno e médio porte e também como ele é utilizado em frameworks MVC.

Há um tempo, fiz um post falando sobre o porquê usar URL amigável. Muitos sites têm adotado isto, principalmente os que utilizam algum framework como Zend Framework, CakePHP, Symfony, CodeIgniter, na maioria das vezes por imposição do próprio Framework. Mas isto não é uma exclusividade do PHP, Django (Python), Ruby on Rails (Ruby) entre outros também a utilizam.

Olá! Estou aqui para postar sobre uma solução que precisei essa semana: ignorar arquivos modificados e existentes nos repositórios git.

Quando se quer ignorar arquivos que ainda não foram adicionados ao repositório git, basta adicioná-lo em um arquivo .gitignore. Também é possível utilizar o arquivo .git/info/exclude. Mas quando o arquivo já foi adicionado ao repositório, então é necessária uma outra solução.

Iniciar uma aplicações em bash script geralmente é uma tarefa chata. Tem que parsear argumentos, tratar valores, etc. Eu iniciei um projeto para criar um framework para desenvolvimento de aplicações escritas em Shell Script.

Com o framework, quero tentar trazer uma forma mais organizada de se programar em Shell Script. Muitos dos scripts que são vistos por aí, acabam sendo códigos mal identados e confusos.

O framework está disponível num repositório no GitHub. Se você se sentir a vontade, pode contribuir ! Todas contribuições são bem vindas. Se algum bug for encontrado, reporte, por favor! Assim poderemos tornar o framework mais estável e útil.

Hoje em dia está cada vez mais comuns a hospedagem de plugins para vim em repositórios remotos, como o github.com e o bitbucket.com. O problema da instalação destes plugins é que é necessário clonar o repositório e manualmente mover os arquivos para os respectivos diretórios, dentro do ~/.vim/.

A atualização destes plugins acaba sendo uma tarefa negligenciada, pois demanda um esforço muito grande. Isto, sem considerar a necessidade da atualização, pois seria necessário visitar todos os sites dos plugins vendo se há a necessidade de atualização.

Com o pathogen.vim, a coisa muda um pouco de perspectiva. O plugin cria um diretório chamado bundle dentro do ~/.vim/. Dentro deste diretório é permitido criar subdiretórios que contenham a mesma hierarquia contida em ~/.vim/.

Olá! Em várias linguagens de programação está presente o array. Em Shell-Script não é diferente. Nas séries 4.x do Bash é possível, além do array indexado, utilizar arrays associativos, ou seja, com uma string como índice.

Os arrays do shell script podem ter apenas uma dimensão, ou seja, apenas um nível de profundidade. Apesar disto, são dinâmicos e podem abrigar quantos valores forem precisos. Além de serem muito úteis em programas maiores que utilizam essa linguagem.

Como sou da filosofia de que um código vale mais que mil palavras, seguem vários exemplos de uso.

Após um longo tempo sem atualizar, cerca de 6 meses, o site foi atualizado com um novo layout. Também foi migrado de Wordpress para Drupal porque com ele eu sinto mais a vontade de criar novas seções, conteúdos e etc, visto o poder do CMS Drupal. Caso alguma URL não esteja funcionando apropriadamente, favor entrar em contato.

Há tempos eu venho lendo sobre XP (eXtreme Programming), Scrum e Feature Driven Development (FDD). São metodologias ágeis de desenvolvimento de software. O engraçado é que praticamente, ao meu ver, fazem a mesma coisa, porém de forma diferente. E todas elas frizam a importância dos testes unitários e, mais especificadamente, testes unitários antes do desenvolvimento, o chamado TDD (Test Driven Development). Como nunca havia trabalhado desta forma, ainda não tinha uma opinião sobre isso. Apenas comentários e depoimentos de que usa. Somado a isso, veio aquele senso de desafio, de inovação e curiosidade.

Faz alguns meses, e decidimos, eu e o Emanuel Zabka, implantar o TDD no desenvolvimento na empresa em que trabalhamos. Academicamente é falado muito em refactoring e mudanças de requisitos, mas na prática, eu nunca havia notado a quantidade de modificações que um mesmo código/classe/arquivo é modificado num curto período de tempo e a longo prazo.

Os testes me ajudaram a enxergar, não só as dependências do sistema, como também, acoplamentos desnecessários; a qualidade dos códigos; do design do projeto; e, consequentemente, diminuiu muito os bugs mais corriqueiros, como validação de campos. Mesmo tendo várias coisas boas, há coisas ruins, como aumento do tempo de desenvolvimento - o que, apesar de nunca ter medido, diminui o retrabalho e tempo utilizado no futuro em correções de bugs -, aumento da complexidade da arquitetura - a fim de manter uma maior coesão com baixo acoplamento, entre outros menos relevantes.

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